sábado, 25 de junho de 2011

Castelos medievais

A construção de um castelo

Um castelo era um grande edifício construído no topo de um monte, com altas torres e muralhas ao seu redor. Representava o sistema feudal e servia, ao mesmo tempo, de residência e de defesa para o seu senhor. Era também uma base militar e de operações administrativas. A partir do castelo, a justiça era dispensada;
as taxas e impostos, cobrados; novas terras, subjugadas
e conquistadas e rebeliões, suprimidas. Os castelos protegiam
o território de ataques e até atacavam outros castelos. Também eram o refúgio das populações vizinhas que, quando
se sentiam ameaçadas por inimigos e bandidos, corriam para
ele buscando proteção.

Até o século IX, o direito à construção de castelos era exclusivo do rei. Essas residências eram de madeira e pouco resistentes ao tempo e ao ataque de invasores. Após esse período, os nobres passaram a concorrer com o monarca, construindo seus próprios castelos, feitos de pedras e bem fortificados. No fim do século XII, os castelos de pedra tornaram-se mais elaborados em conseqüência dos avanços técnicos, por necessidades militares e pela ambição e obsessão de certos nobres de demonstrar seu poder. Um castelo assegurava o domínio sobre alguns territórios conquistados; era uma máquina militar. Mas, além disso, era uma forma de mostrar poder e riqueza.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Podemos fazer a diferença


Havia um cego sentado na calçada em Paris, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: "Por favor, ajude-me, sou cego".

Um publicitário que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné, e sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu um texto diferente, voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.

Pela tarde o publicitário voltou a passar pelo cego que pedia esmola, porém agora, o seu boné estava repleto de notas e moedas.

O cego reconheceu as pisadas do publicitário e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.

O publicitário então respondeu:

- Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras.

E completou:

"Hoje é primavera em Paris e eu não posso vê-la".

Assim, ao alterar-se a perspectiva, novas possibilidades são criadas. Ás vezes uma simples palavra faz a diferença e direciona o barco da vida no sentido da felicidade e da realização. Podemos sim, fazer diferentes, depende de cada um de nós.

domingo, 22 de novembro de 2009

Defesa da Monografia

No dia 17 de Outubro de 2009, às 8 h. da manhâ ocorreu minha defesa. A banca foi composta por Leni Coelho, Cristiane da Silveira e Cláudia Regina, professoras do CEST-UEA. Estava apreensiva, mas tinha a convicção do dominío e segurança do assunto. Ocorreu tudo bem, sem maiores entraves. Foi um momento meu, de produção acadêmica. Uma formalidade!!!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Rio Tefé

O rio Tefé possui uma imensurável diversidade natural.

Fontes Históricas

Ressalto em minhas considerações finais a palavras dos historiadores Lucien Febvre e Marc Bloch, fundadores da Escola dos Annales: “A história faz-se, sem dúvida, com documentos escritos. Quando existem. Mas pode e deve fazer-se sem documentos escritos, se não existirem. Faz-se com tudo o que a engenhosidade do historiador permite utilizar para fabricar o seu mel, quando faltam as flores habituais: faz-se com palavras, sinais, paisagens e telhas; com formas de campo e com ervas daninhas; com eclipses da Lua e arreios; com peritagens de pedras, feitas por geólogos, e análises de espada de metal, feitas por químicos. Em suma, com tudo o que, sendo próprio do homem, dele depende, serve o homem, exprime o homem, torna significantes a sua presença, atividade, gostos e maneiras de ser”. (Lucien Febvre, 1949)
“A diversidade dos testemunhos históricos é quase infinita. Tudo o que o homem diz ou escreve, tudo o que constrói, tudo o que toca, pode e deve fornecer informações sobre eles.” (Marc Bloch, 1941-1942)

Passeio

Balneário: Ano 2007.
Matheus, Kelsen, Mírian e Vinícius.

História da Informática

HISTÓRIA DA INFORMÁTICA.

A primeira impressora surgiu nos meados do século XI, por Bì Sheng na china, a "nova" tecnologia chegou à Europa antes do século XV.
Em 29 de novembro de 1814, 360 anos depois de Gutenberg inventar a impressora manual, Friedrich Koenig e Andreas Bauer revolucionaram a impressão quando eles usaram sua impressora de cilindros duplos movida a vapor.

O QUE É UMA IMPRESSORA?

É um periférico que, quando conectado a um computador ou a uma rede de computadores, tem a função de dispositivo de saída, imprimindo textos, gráficos ou qualquer outro resultado de uma aplicação.
Herdando a tecnologia das máquinas-de-escrever, as impressoras sofreram drásticas mutações ao longo dos tempos. Também com o evoluir da computação gráfica, as impressoras foram-se especializando a cada uma das vertentes

TIPOS DE IMPRESSORA

u Impressora matricial

u Impressora Jato de Tinta

u Impressora a laser

IMPRESSORA MATRICIAL: é um tipo de impressora de impacto cuja cabeça é composta por uma ou mais linhas verticais de agulhas, que ao colidem com uma fita impregnada com tinta (semelhante a papel químico), Assim, o deslocamento horizontal combinado com o acionamento de uma ou mais agulhas produz caracteres configurados como uma matriz de pontos. A definição (qualidade) da impressão depende, basicamente, do número de agulhas na cabeça de impressão
IMPRESSORA JATO DE TINTA: Utilizam sistemas dotados de uma cabeça de impressão ou cabeçote com centenas de orifícios que despejam milhares de gotículas de tinta por segundo, comandados por um programa que determina quantas gotas e onde deverão ser lançadas as gotículas e a mistura de tintas.
IMPRESSORA A LASER: Esta impressora utiliza o raio laser modulado para a impressão e envia a informação para um tambor. O funcionamento das impressoras a laser baseia-se na criação de um tambor fotossensível, que por meio de um feixe de raio laser cria uma imagem eletrostática de uma página completa, que será impressa. Em seguida, é aplicada no tambor, citado acima, um pó ultrafino chamado de TONER, que adere apenas às zonas sensibilizadas. Quando o tambor passa sobre a folha de papel, o pó é transferido para sua superfície, formando as letras e imagens da página, que passa por um aquecedor chamado de FUSOR, o qual queima o Toner fixando-o na página.

A impressora à Laser produz resultados de grande qualidade, por isso é indicada para quem quer desenho gráfico ou texto, utilizando a tecnologia do laser.

Recipiente do toner